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O impacto da liderança feminina na inovaçao: como estamos moldando futuro e o mercado.

  • Danielle Cosme Danielle Cosme
  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 7 de fev.



liderança feminina na inovaçao

Nos últimos anos, a liderança feminina deixou de ser apenas uma pauta de inclusão para se tornar uma estratégia essencial para empresas que desejam prosperar. Quando as mulheres assumem posições de liderança, não estamos apenas promovendo diversidade – estamos falando de resultados concretos e impacto real.

Estudos mostram que organizações com maior diversidade de gênero na liderança têm 25% mais chances de superar a média de lucratividade, segundo a McKinsey & Company. Esses números refletem uma verdade simples: incluir mulheres em cargos estratégicos não é uma questão de mérito isolado, mas de inteligência de mercado e gestão.


Mais do que números, as mulheres trazem habilidades que fazem a diferença. De acordo com o Harvard Business Review, elas se destacam em competências como empatia, colaboração e flexibilidade – qualidades que impulsionam equipes, criam ambientes mais inclusivos e promovem inovação, especialmente em momentos de mudança e incerteza como temos vivido.

O impacto vai além dos resultados financeiros. Empresas lideradas por mulheres são conhecidas por construir culturas organizacionais mais humanas e colaborativas. Segundo a International Labour Organization, essas empresas apresentam 29% mais satisfação entre os funcionários e maior engajamento com práticas de sustentabilidade e impacto social.


Quem são essas mulheres que estão moldando o futuro?

Dados da Catalyst mostram que 44% delas possuem pós-graduação ou MBA, um reflexo do preparo e da visão estratégica que trazem para seus papéis. Mulheres enxergam o longo prazo, investem em pessoas e têm um olhar inovador para os desafios. No entanto, apesar de sua força, a representação feminina em cargos de liderança ainda está aquém do necessário.


No Brasil, apenas 27% das lideranças são femininas, segundo o Sebrae, um número abaixo da média global de 31%. No Rio Grande do Sul, quando falamos de liderança feminina na inovaçao a realidade é ainda mais desafiadora, com as mulheres ocupando apenas 17,5% das posições de fundadoras em startups. No agronegócio, por exemplo, que é um setor tão estratégico para o estado, apenas 3% das mulheres empreendedoras atuam, segundo o Sebrae-RS.


Mas esses números não definem os limites do que podemos alcançar. Iniciativas como o Fórum Indústria Delas(realizado na Mercopar/24) e outras ações regionais estão criando espaço para discutir e promover a liderança feminina. Mais do que nunca, mulheres estão mostrando que liderar não é apenas sobre ocupar cargos – é sobre abrir portas, criar possibilidades e redefinir o significado de sucesso.


Hoje, liderar significa transformar mercados, impactar comunidades e construir um futuro mais inclusivo. Nós mulheres já estamos na linha de frente dessa transformação, mostrando que a combinação de estratégia, propósito e impacto é o que realmente move os negócios para frente.


O futuro não será apenas tecnológico – será humano e colaborativo. E, nessa nova fronteira, nós mulheres não estamos pedindo permissão; estamos liderando. 

Porém, a pergunta que fica é: como o ecossistema de inovação gaúcho pode apoiar, amplificar e inspirar essas lideranças que já estão transformando o mundo?


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